Este texto não é sobre um romance da Disney. Não é sobre princesas. Não é sobre um crush. Mas poderia ser.
Como sou a única pessoa que lê este blog, acredito que não deva me preocupar com as palavras, termos e algumas confissões.
Boa leitura Bruna. E se alguém além de mim ler, deixa um conselho aí nos comentários. Na amizade, pode ser?
As vezes, aquilo que a gente sempre pede pra Deus em pensamento, pra ninguém ouvir e pregar uma peça na gente é ouvido por Ele. E isso assusta.
Ao longo destes 19 anos que me permito ter relacionamentos, nunca tive a oportunidade de viver algumas experiências que se espera destas relações. E isso também assusta.
Meus 'relacionamentos' (se é que se pode chamar assim) sempre começaram de um jeito estranho e terminaram de maneiras inimaginavelmente piores (nem sei se esta palavra existe). Sempre regado de traições, abusos, bebidas, drogas, mais traições e o meu coração partido. Minha autoestima lascada e meu amor próprio cada vez mais debilitado.
Não vou entrar em detalhes, porque nem eu consegui absorver algumas coisas. E hoje, revisitando estes 'relacionamentos' me ocorrem duas situações:
A) eu não acredito como pude me permitir dividir momentos com pessoas que me defraudaram emocionalmente e ainda me permiti sofrer por eles, e
B) como posso aconselhar e encorajar mulheres a não aceitar este tipo de tratamento sendo que é o único tipo de tratamento que eu me permiti ter.
A resposta para ambas é: NÃO SEI.
O que sei é que isso me feriu de tal forma que eu 'aprendi' que este é o único tipo de relacionamento que mereço e baniu a minha melhor parte: a de confiar de verdade nas pessoas.
Óbvio que ninguém é tão bom quanto a gente espera, mas nem tão ruim como imaginamos e também ninguém é digno de 100% de confiança cega. Porém, estas experiências me deixaram com um 'condomínio de pulgas' atrás da orelha. Por melhores que sejam as intenções, por mais loucamente apaixonada que eu esteja, eu sempre estarei esperando a punhalada nas costas das pessoas que eu permitir estar comigo. Não é por mal. É meu sistema de autodefesa. Quando eu vejo, já estou encarando a pessoa e parece que o filme está em looping. E vejo tudo acontecer diante dos meus olhos novamente.
Tá, mas ha exceções né? Não sei. Espero que sim.
Mesmo xoxa, capenga , manca, anêmica e inconstante meu coração cigano insiste em ME DAR OUTRAS CHANCES. E eu não sei evitá-las. Ou recusá-las.
Não espero encontrar um príncipe, mas um homem de caráter, coração nobre, sorriso fácil, que ame a Deus... Que seja cheiroso, tenha dentes (pelo amor de Deus!), me ame e que a felicidade dele não dependa de mim (e vice versa). Que Ele já venha feliz pra gente poder complementar com outras formas de felicidade. Que tenha bom humor, que goste de assistir um filminho, ouvir boa música, conversar por horas sem tabus e sobre tudo... Que beije bem (pq eu beijo muito mal), que goste da 'coisa', mas que tenha sentimentos além disso. Que a gente se entenda em tudo. Que venha de uma família feliz, para que nós possamos formar uma família feliz também... Que ele tenha amigos. E que sejamos amigos. Que sejamos ideais um para o outro. E que eu seja tudo isso pra ele também.
Quero alguém que me complemente (e não que me complete). Que sejamos bons juntos e bons separados. Enfim, é isso.
Quero acordar ansiosa pelo bom dia. Andar de mãos dadas na rua. Ir ao cinema... Essas coisas bobas de casal que a gente vê e fala: nossa, que babaquice... Hoje eu quero viver essa babaquice.
Ah, me desculpe se você leu e esperou spoiler, porque não tem.
Ainda vou escrever aqui sobre meu mozao. Espero que em breve.
E por hoje é só.
Como sou a única pessoa que lê este blog, acredito que não deva me preocupar com as palavras, termos e algumas confissões.
Boa leitura Bruna. E se alguém além de mim ler, deixa um conselho aí nos comentários. Na amizade, pode ser?
As vezes, aquilo que a gente sempre pede pra Deus em pensamento, pra ninguém ouvir e pregar uma peça na gente é ouvido por Ele. E isso assusta.
Ao longo destes 19 anos que me permito ter relacionamentos, nunca tive a oportunidade de viver algumas experiências que se espera destas relações. E isso também assusta.
Meus 'relacionamentos' (se é que se pode chamar assim) sempre começaram de um jeito estranho e terminaram de maneiras inimaginavelmente piores (nem sei se esta palavra existe). Sempre regado de traições, abusos, bebidas, drogas, mais traições e o meu coração partido. Minha autoestima lascada e meu amor próprio cada vez mais debilitado.
Não vou entrar em detalhes, porque nem eu consegui absorver algumas coisas. E hoje, revisitando estes 'relacionamentos' me ocorrem duas situações:
A) eu não acredito como pude me permitir dividir momentos com pessoas que me defraudaram emocionalmente e ainda me permiti sofrer por eles, e
B) como posso aconselhar e encorajar mulheres a não aceitar este tipo de tratamento sendo que é o único tipo de tratamento que eu me permiti ter.
A resposta para ambas é: NÃO SEI.
O que sei é que isso me feriu de tal forma que eu 'aprendi' que este é o único tipo de relacionamento que mereço e baniu a minha melhor parte: a de confiar de verdade nas pessoas.
Óbvio que ninguém é tão bom quanto a gente espera, mas nem tão ruim como imaginamos e também ninguém é digno de 100% de confiança cega. Porém, estas experiências me deixaram com um 'condomínio de pulgas' atrás da orelha. Por melhores que sejam as intenções, por mais loucamente apaixonada que eu esteja, eu sempre estarei esperando a punhalada nas costas das pessoas que eu permitir estar comigo. Não é por mal. É meu sistema de autodefesa. Quando eu vejo, já estou encarando a pessoa e parece que o filme está em looping. E vejo tudo acontecer diante dos meus olhos novamente.
Tá, mas ha exceções né? Não sei. Espero que sim.
Mesmo xoxa, capenga , manca, anêmica e inconstante meu coração cigano insiste em ME DAR OUTRAS CHANCES. E eu não sei evitá-las. Ou recusá-las.
Não espero encontrar um príncipe, mas um homem de caráter, coração nobre, sorriso fácil, que ame a Deus... Que seja cheiroso, tenha dentes (pelo amor de Deus!), me ame e que a felicidade dele não dependa de mim (e vice versa). Que Ele já venha feliz pra gente poder complementar com outras formas de felicidade. Que tenha bom humor, que goste de assistir um filminho, ouvir boa música, conversar por horas sem tabus e sobre tudo... Que beije bem (pq eu beijo muito mal), que goste da 'coisa', mas que tenha sentimentos além disso. Que a gente se entenda em tudo. Que venha de uma família feliz, para que nós possamos formar uma família feliz também... Que ele tenha amigos. E que sejamos amigos. Que sejamos ideais um para o outro. E que eu seja tudo isso pra ele também.
Quero alguém que me complemente (e não que me complete). Que sejamos bons juntos e bons separados. Enfim, é isso.
Quero acordar ansiosa pelo bom dia. Andar de mãos dadas na rua. Ir ao cinema... Essas coisas bobas de casal que a gente vê e fala: nossa, que babaquice... Hoje eu quero viver essa babaquice.
Ah, me desculpe se você leu e esperou spoiler, porque não tem.
Ainda vou escrever aqui sobre meu mozao. Espero que em breve.
E por hoje é só.
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